Ocupação dos campos: as métricas que todo clube deve seguir
Não se corrige o que não se mede. Estas são as métricas de ocupação, preços e fidelização que dizem a verdade sobre o seu clube - e o que fazer quando cada uma se move.

A maioria dos donos de clube sente-se ocupada na sexta à noite e assume que o negócio está saudável. Os números costumam dizer o contrário. Um punhado de métricas, seguidas semanalmente, dizem-lhe por onde o dinheiro foge e onde se esconde o próximo ganho.
Ocupação por hora
O número mais importante: que fatia das horas-campo disponíveis está mesmo reservada, repartida por hora e dia. Uma média esconde tudo. Uma sexta a 90% e uma terça à tarde a 20% pedem ações opostas: subir uma, encher a outra.
Antecedência de enchimento
Com que antecedência uma faixa se reserva. As que esgotam três dias antes estão subvalorizadas; as que seguem livres nessa manhã precisam de desconto ou de um empurrão do dia. A antecedência diz-lhe onde os seus preços estão errados antes da receita.
Taxa de faltas
A fatia de faixas reservadas em que ninguém apareceu, por hora e por sócio. Faltas altas destroem a ocupação em silêncio e apontam exatamente onde são precisos lembretes, listas de espera ou depósitos.
Receita por campo e por hora
Ocupação vezes tarifa. É o número que diz se um campo cheio é mesmo rentável, e traz à tona as pontas subvalorizadas e o dia morto na mesma vista.
Retenção e sócios ativos
Perda mensal e fatia de sócios que jogaram este mês. A aquisição desperdiça-se se a porta das traseiras está aberta: esta métrica diz-lhe se a sua comunidade cresce ou tem fugas.
Transforme os números em ações
Uma métrica que apenas olha é custo. O objetivo é a ação: suba a faixa que esgota cedo, desconte a que fica vazia, escreva ao sócio que ficou em silêncio. Reveja semanalmente, aja sobre os extremos.
kortbase reporta ocupação, antecedência, faltas, receita por campo e retenção a partir dos mesmos dados que gerem as suas reservas - por isso os números estão ao vivo, não numa folha de fim de mês.